Tudo que você
não sua,
não gasta,
não libera,
não respira;
acumula.
Tudo que você
não chora,
não perdoa,
não esquece,
não cresce;
entope.
Tudo que você
não ri,
não abraça,
não beija,
não ama;
apodrece.
Tudo que você
não muda,
não troca,
não avalia,
não retifica;
empaca.
Tudo que você
equilibra,
aprende,
revê,
expande;
liberta.
Amanda Sul, 28 anos, Rio de Janeiro. Jornalista, pós-graduada em Design Digital, trabalha com Mobilidade no O Globo.
Fotografia, design, livros, filmes, discos, museus. Viagens pro meio do mato, incenso, natureza, ashtanga yoga. Comida gostosa e saudável, sorrisos, cachorros. Realizações, expansões, equilíbrios.
Raquel Portilho
Março 28th, 2007 às 3:32 am
Que lindo…!
Ama, beza!
Cadu
Março 29th, 2007 às 12:55 am
Atualize!
Felipe Santiago
Março 29th, 2007 às 1:45 am
Adorei
é de quem ??
bjos
Helio
Abril 2nd, 2007 às 1:50 pm
Esse texto me lembra uma música dos Titãs chamada “Saia de Mim”. Menos delicada que o texto e algo escatológica, ela também trata da necessidade de limpeza periódica das idéias e valores, de deixar as coisas sairem. São mesmo muito importantes a expressão, a comunicação, a manifestação, a transparência nos sentimentos. Acho que não se deve deixar coisas mal resolvidas, nem com os outros, nem consigo mesmo! Deixa sair! Gostei muito do texto!
Beijos, querida!
vinicius valentim
Maio 11th, 2007 às 3:33 pm
Amanda,
sou da sua turma na pós do Infnet. Tava dando uma olhada no perfil dos alunos no moodle e no seu achei seu site. Li seus posts, gostei da last fm e me identifiquei com esse último “Deixa sair”. Tem muito a ver com a pós para mim. Valeu mesmo!
No que precisar, tamos aí!
Bj